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sábado, 1 de julho de 2017

Ansiedade


Durante a interdisciplina de Psicologia na Vida Adulta tivemos a oportunidade de aprender um pouquinho sobre diferentes assuntos que surgem durante a vida adulta e um tema que me chamou muita a atenção foi sobre a ansiedade, pois me identifiquei pelo fato de ser muito ansiosa e apresentar alguns sintomas que a ansiedade traz, sintomas físicos e psíquicos. 
A ansiedade é uma emoção normal do ser humano e está presente no nosso dia - a - dia durante várias situações, o cuidado que se deve ter é que essa emoção não se apresente em todos os momentos, pois a mesma se não for tratada pode se tornar uma doença com consequências graves. 


terça-feira, 30 de maio de 2017


Mais uma etapa vencida...

Trabalhos em grupo


Hoje finalizamos mais uma etapa deste semestre, encerramos a interdisciplina de Psicologia na Vida Adulta, com apresentações de trabalhos sobre temas escolhidos e estudados ao longo do semestre. Foi uma aula interativa e muito interessante, os grupos fizeram  ao meu ver apresentações muito boas e interessantes, percebi que todos se aprofundaram nos seus assuntos escolhidos, assim como no meu grupo, onde escolhemos o tema Síndrome do ninho vazio, estudamos, pesquisamos e trocamos experiências. 
Neste semestre comecei a ver os trabalhos em grupo com um olhar diferente do que via anteriormente, os mesmos foram um estimulo para mim. Durante o desenvolvimento do trabalho, nosso grupo se ajudou muito, fomos muito unidas e com certeza isso nos ajudou muito, para realizarmos um bom trabalho. 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pesquisando sobre Síndrome do Ninho Vazio, achei este vídeo que mostra um poema de Bráulio Bessa, em um programa de TV, sobre está nova fase da vida em que os filhos saem de casa e começam a viver uma nova realidade...



A Síndrome do Ninho Vazio 


          Assim, como muitos outros processos naturais da vida, a síndrome do ninho vazio também é um processo natural. Os filhos crescem, começam a enxergar o mundo de outra forma, deixam a família  e vão viver suas vidas. Se tornam independentes e decidem morar sozinhos, pelo fato que vão casar, cursar uma universidade ou porque querem buscar mais autonomia. 
         Muitas vezes essa etapa evolutiva faz com que os pais se sintam tristes, abatidos, preocupados, gerando problemas físicos e emocionais, esses sintomas variam de pessoa para pessoa, tudo depende da personalidade, do estado emocional e ate mesmo do nível de relacionamento dos pais com o filho que deixou aquele lar. É preciso um processo lento de adaptação diante dessa nova realidade, pois toda aquela rotina diária será modificada, é uma fase difícil até mesmo para os pais que se sentem satisfeitos pela independência dos filhos.
        Temos que ressaltar que todo tipo de relação deve ser cultivada, portanto o fato dos filhos estarem distantes não significa a perda dos mesmos e sim uma nova forma de convivência.  Nada vai substituir a saída dos filhos, mas é preciso entender que isso é uma fase da vida que mudou, então deve - se aceitar essa mudança e dar um novo sentido para a vida.